É um aumento da produção das glândulas sudoríparas em quantidade excessiva em regiões como mãos (palmar), axilas (axilar), face (craniofacial) e nos pés (plantar). Pode afetar apenas uma dessas regiões ou uma associação delas.

O suor apresenta uma importante função de termorregulação a fim de resfriar o nosso corpo. Pode ainda ser estimulado em situações de estresse emocional. Em alguns pacientes, a resposta ao estresse é exagerada criando uma hiperestimulação das glândulas produtoras de suor, causando a hiperidrose.

A hiperidrose atinge 1% da população, sendo mais comum em crianças, adolescentes e jovens adultos. Existe uma tendência familiar em 12,5%, ou seja, espera-se que 1 em cada 8 parentes de primeiro grau de quem tem a doença, também seja atingido. Atinge mulheres e homens na mesma proporção. 
A hiperidrose tem cura e os tratamentos podem ser não-cirúrgicos ou cirúrgicos. { Conheça nossos tratamentos }

Avaliação de quem tem hiperidrose

A hiperidrose pode ser primária - sem causa aparente, ou secundária - provocada por diabete, obesidade, hipertireoidismo.

O paciente precisa passar por uma avaliação adequada para melhor definir o que pode e deve ser feito. Para alguns, medicamentos serão a resposta. Para outros, a psicoterapia ou eventualmente a cirurgia. Nossa proposta é proporcionar a melhor conduta possível para cada caso.

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